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Descendente
de uma geração de santeiros, António Neto,
é hoje um dos raros artesãos que mantém a
tradição de perpetuar a arte de transformar o granito,
nas imagens que ainda hoje preenchem o nosso imaginário
iconográfico.
Não
há santo popular que António Neto não possa
moldar sob o impulso do seu cinzel.
Há
mais de 50 anos que este homem simples, nas margens do Cávado,
cinzelada após cinzelada, vai construindo uma pleíade
de imagens populares que se vêem nas fachadas das casas
portuguesas, desde o mais nobre palácio às mais
humildes casas.
Florbela
Diniz
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