José González Collado
José
María González Collado nasceu no Ferrol em 27 de
Mayo de 1926.
Estuda até aos 10 anos como aluno de Manuel Masdías,
dono do colégio privado de seu próprio nome.
Aos 12 anos ingressa na Escola de Artes e Ofícios de Ferrol,
fundada no ano de 1881, a mais antiga deste tipo na Galiza, por
onde passaram numerosos jovens ferrolanos, alguns dos quais chegaram
a destacar-se na pintura, Bello Piñeiro, Imeldo corral,
Carmelo González, Martínez Vilela, etc. Collado
matricula-se em Desenho, Aritmética e Geometria. Ali recebe
aulas de Eduardo de la Vega, mas por pouco tempo já que
o seu espírito inquieto e a sua grande facilidade para
o desenho fazem que não se amolde ao ritmo de seus condiscípulos.
Aborrece-se com as copias e os exercícios que lhe mandam
fazer, realiza outros desenhos..., e abandona. Todavia, a paixão
pelo desenho e pela pintura nunca mais o abandonarão.
Estuda
na Escola de Aprendizes de Bazán, entrando no Departamento
de Delineación y Electricidad dessa empresa. Em 1942 conhece
o pintor já consagrado Felipe Bello Piñeiro, que
nesse ano foi eleito Académico de Número da Real
Academia de Bellas Artes da Corunha.
Aos 17 anos recebe seu primeiro prémio na Exposición
de Arte, Educación Y Descanso, na Corunha (1943); aos 18
ganha o primeiro prémio na V Exposición de Arte
do SEU, na Corunha concedem-lhe uma bolsa de ajuda juvenil com
a qual irá estudar para Madrid.
En 1944 realiza sua primeira exposição individual
no Casino Ferrolano, quando somente contava 18 anos.
Em 1945 desloca-se para Madrid para estudar pintura. O afã
de aprender é enorme e diariamente visita o museu do Prado:
sente fascínio por Velázquez, admira Goya, que considera
o melhor pintor do mundo, precursor do impressionismo e da pintura
moderna.
Entretanto tem de regressar a Ferrol para cumprir o serviço
militar. Depois de realizar a instrução, consegue
através do escritor Camilo José Cela - que havia
conhecido nas tertúlias da capital - que o enviem de novo
para Madrid para assim poder continuar os seus estudos. Por fim
tem a oportunidade de realizar o exame de ingresso ma Escola de
Belas Artes, desenha, em tamanho natural, uma figura de uma escultura
grega de dois metros de altura. Fica aprovado em número
2, num curso de 90 alunos. Na escola aprenderá forma e
cor, técnicas e estilos.
Nesta época visita o magnífico pintor ferrolano
Alvarez de Sotomayor, que se converte em seu protector e mestre,
prestando-lhe conselho, e uma vez por outra ajuda económica.
Em 1947 casa-se com Josefina Pena, com a qual vive feliz durante
quase quarenta anos de casamento. Têm três filhas
que seguem a senda artística de seus pais: Fina, em publicidade,
Lilí em restauração de obras de arte e Merchi
em restauração de documentos.
Viaja pelo norte de Africa, Marrocos e Argélia, onde pinta
novos temas e experimenta outras cores.
em 1957 viaja para Paris onde frequenta abundantemente museus
e pintores, naquele centro mundial das últimas tendências
artísticas desde o século XIX.
Em 1959 volta a Madrid, e ali permanece até 1997, ano em
que regressa ao Ferrol, onde monta o seu novo Estudio 46 no qual
prossegue a sua obra, com o brio próprio de um jovem artista.
No fim do ano 2006, o Ayuntamiento de Ferrol organiza uma Exposición
Antológica onde apresenta mais de 160 obras que constituiu
um êxito junto da crítica e do público. Ao
mesmo tempo é-lhe concedida a medalha de ouro da cidade,
e é urbanizada uma praça frente a seu atelier que
ficará a denominar-se Plaza de José González
Collado.
ATELIER
Situa-se no coração do bairro Ferrolano de Canido,
o atelier de José Gonzalez Collado, do qual dizem seus
amigos: "Tem ali a sua fábrica particular de sonhos,
de fantasias, de criações em que plasma os seus
sentimentos, a sua imaginação e a sua própia
visão estética".
José González Collado, partilha o seu estudio, como
a sua vida inteira, com Josefina Pena, ceramista. Enquanto ele
desenha ou pinta, ela leva a argila ao torno, modela, ou vigia
esmaltes e cozeduras. Na sua exposição permanente
do atelier, mostram as suas obras de arte, através das
quais expressam as suas especiais sensibilidades artísticas.
Com 82 anos, Collado continua a trabalhar incansávelmente.
Vitalidade, optimismo e paixão de viver, continuam a ser
características da sua personalidade: "Sin trabajo
y esfuerzo no se consigue nada, el arte es una constante lucha
por una mayor perfección". Continua a sair pelas paisagens
da sua terra para as pintar: "los paisajes siempre los pinto
al natural, la figura y la composición son de imaginación".
MURAIS
José González Collado ha realizado excelentes murales
a lo largo de su vida artística, en los que utiliza distintos
materiales y técnicas: pinturas al temple o a la caseína
sobre yeso, acrílico sobre cemento empastado de cal, sobre
aglomerado o sobre lienzo, cerámica cocida sobre azulejo
a la grasa, etc.
Su trabajo sobre cerámica era mostrado al público,
por primera vez, cuando participó en 1959 en una Exposición
colectiva de cerámicas Greag - en la Casa de la Cultura
de la Coruña primero, y en el Palacio Municpal de Ferrol
a continuación- con los artistas gallegos Lago Ribera,
Labra, Tenreiro, Abelenda, Urbano Lugrís y Usandivaras.
La obra que aporta Collado es un mural de grandes proporciones
titulado "Pescadores".
Con motivo de una exposición individual en la Sala Velázquez
de Vigo en 1960, la cerámica allí mostrada al lado
de sus pinturas llama especialmente la atención:
"La ilustración cerámica que presenta, titulada
"Pescadores" número 37 del Catálogo, es
algo absolutamente original en su concepción, y su realización
es totalmente feliz, la mejor, sin duda, de este género,
que hemos visto en muchas exposiciones. Y está muy lejos
de cuanto en la misma modalidad hemos contemplado, casi siempre
de ambición comercial. Aquí se trata de una auténtica
obra de arte".
JULIO SIGUENZA, El Correo Gallego, Compostela 15-4-1960
CARTAZES,
ILUSTRAÇÕES, GRAVURAS
José González Collado ha colaborado con ilustraciones
en distintos medios, revistas, libros, discos... En todos ellos
ha aportado
su especial sentido estético y buen hacer, implicándose
a fondo en el estudio del tema a ilustrar.
Ha visto publicadas sus ilustraciones en revistas de gran categoria.
Encontramos sus dibujos en "Cuadernos Hispanoamericanos",
"Familia Española", "Estafeta Literaria",
"Nueva Estafeta", "Punta Europa", "ABC",
"Céltica", "Arte Galicia", "Poesía
Galicia", "El Ideal Gallego", etc.
Ha realizado asimismo ilustraciones para portadas de discos, para
sus amigos "Los 3 Solitarios".
También harealizado numerosos carteles, para fiestas, ferias,
concursos, pergaminos para centros culturales, felicitaciones
municipales, etc. Durante su juventud, pinto carteles para cines
como el Jofre en Ferrol, o el Palacio de la Música y el
Capitol en Madrid.
Dibujos para reproducir en grabados fué otra técnica
que cultivó en los años 70. Con el fin de obsequiar
a clientes y amigos, la Compañía Trasatlántica
le encargó dibujos que él realizó a pluma,
representando barcos de la empresa a lo largo de su historia.
Luego fueron grabados sobre planchas de aluminio, con un total
de 250 estampas de cada uno de los 9 dibujos.
Ha colaborado con sus amigos Esperanza Piñeiro y Andrés
Gómez en la ilustración de los libros "Así
se fixo Ferrol, coñece a súa historia", en
1997, para el que Collado pintó 14 acuarelas, "Lendas
e relatos ferroláns", en 1998 y "De lenda en
lenda" de 1999, para los que hizo mas de 50 imaginativas
acuarelas, “Un Viaje por las Sendas de San Rosendo”…
COMENTÁRIOS
Este ferrolano, do qual devemos estar orgulhosos, constitui só
por si um dos cumes da pintura actual. A sua trajectória
mostra um processo evolutivo cheio de inquietudes, de preocupações
pela procura da essência da pintura que o levam a remexer
nas entranhas das vanguardas históricas. É patente
a sua admiração por Marcel Duchamp e a tão
celebrada ''A Fonte'' datada de 1917 […] Outra das suas
grandes influências foi Picasso.
Junto a estas influências destaca a presença do homem
de que foi discípulo directo: Felipe Bello Piñeiro,
com o qual aprendeu a amar a pintura e a procurar para além
do imediato, a extrair a essência das coisas.
Todo isto amalgamado com a sua dilatada trajectória justifica
algo que nada mais seja necessário para justificar esta
mostra antológica: a pintura de González Collado.»
Jose M. Couce Fraguela, Conselheiro
de Cultura do Ayuntamiento de Ferrol
Cuando se está de vuelta de tantas exposiciones cargadas
de ismos y nula originalidad, expone en Caixa Ourense hasta el
próximo 29 el pintor ferrolano, vecino de Madrid, González
Collado, un total de 95 obras originales. a contar: 32 óleos,
53 acuarelas y 10 dibujos. que lo definen como excelente cultivador
de seguro dibujo; de donde parten todas sus emociones plasticas
y nos mete en sus composiciones simbolistas y acerca a sus óleos
de repertorio figurativo, hasta llegar a sus inmejorables acuarelas,
para viviendo su contenido colorista descansar nuestras retinas.
Nace José González Collado, en Ferrol, en el año
1926, y empieza a dibujar y a pintar a temprana edad con el maestro
Bello Piñeiro, para en 1946 hacer su ingreso en bellas
Artes de Madrid, y luego viajar a Africa y ampliar estudios en
Paris. A lo largo de su andadura, ha realizado 64 exposiciones
individuales y 17 colectivas. Disfrutó de becas y premios
concedidos, colaborando asimismo en prensa y revistas especializadas.
Son los conceptos comunicativos reales y planteamientos formalistas
que tiene de su manera de ver y concebir lo que pinta, los que
sin duda gustan y acrcan al estudio de la pintura que realiza
González Collado, donde en sus óleos en general,
composiciones y desnudos de gratas armonías de gamas frías,
movimiento y ritmo. pone de relieve sos dotes personalis, auxiliándose
de pastas coloreadas, texturas y aproximaciones a un marcado acento
personal cubista.
Pero son sus acuarelas llenas de vida y mensajes optimistas, los
que más nos llegan al alma, por ser esta modalidad, donde
González Collado, pinta y se siente más suelto,
espontaneo, rápido y colorista. Da lecciones de cómo
debe utilizable el agua y el color elagido. Buena muestra tenemos
en los 23 bodegones variados expuestos de pescados frescos, apenas
puesto el color sobre el papel a primera intención; de
frutas, panes, cebollas y ajos, de olor y color de calidades impresionantes
y estudios logrados de volumenes y términos. En el creativo
paisaje, tanto gallego como castellano, es donde recrea todas
sus experiencias cromáticas vividas llenas de frescura
y de sus personales verges humedos de infinitas gamas. cogidas
de impresión a lo impresionista; teniendo siempre en cuenta
el estudio de planos, atmósfera y argumentos.
FARO DE VIGO 27 ABRIL 1993
De nuevo disfrutando en Ferrol de la obra de José González
Collado, que nos ofrece una muestra de sus últimas pinturas
en la sala de exposiciones del Banco Bilbao Vizcaya. Supe de su
estancia en Ferrol al volver a encontrarlo, camino de mi casa,
pintando a orillas del mar en Copacabana, la Malata... Porque
Collado es de los que aún pintan al aire libre. observando
directamente, captando los matices, la variedad de colores mediatizados
por la luz. Es, precisamente, el dominio de 1a luz lo que mejor
le define. La luz, que está presente en todos sus cuadros,
inundando sus figuras, configurando sus paisajes. La luz diferente,
cada estación, cada día, cada hora, llena sus cuadros
que son instantáneas de un momento fugaz, de1 amanecer
brumoso, del caer de la tarde, del anochecer... ofreciendo a menudo
contraluces y reflejos en el mar cambiante. La ría de Ferrol
aparece así una y mil veces pintada desde distintos ángulos,
o desde el mismo sitio en diferentes momentos. Magnífico
dibujante desde niño, pasó por las aulas de la escuela
de Artes y oficios de Ferrol, dio sus primeros pasos de la mano
de Bello Piñeiro y más tarde fue alumno de la Escuela
de Bellas Artes de San Fernando, pero es su afan inovador, de
investigador el que le ha de convertir en autodidacta, llevándolo
a mejorar el dominio de las técnicas pictóricas,
alcanzando un grado de madurez y calidad que lo convierten, sin
dude alguna. en uno de los mejores pintores que tiene nuestra
ciudad. Así, en los retratos, en los desnudos y en la bella
colección de gaiteros pintados al óleo, la suavidad
de las formas y los distintos planos de luz integrada en los colores
que vuelven a ser las características fuindamentales. Y
en sus murales, en los últimos pintados en un meson de
la calle San Francisco, une el dibujo seguro de personajes gallegos
de fiesta, de feria, con la conjunción de colores cálidos,
luminosos, que incitan a la relajación y la tertulia. Pero
es en la acuarela, a mi entender, donde consigue una perfección
de técnica y belleza dificiles de superar. El realismo
de los bodegones, la sensibilidad de los paisajes, el colorido
de los bosques... unido a la transparencia de los colores, la
limpieza del trazo y las formas libres en su primer impulso, hacen
que su contemplación sea un recreo. Pero es necesario también
hacer referencia al lado humano del artista Collado. Viajante
incansable, con gran curiosidad por otras culturas, por otros
pueblos: Túnez, Argel, París... Madrid. De carácter
abierto, franco, espontáneo, incapaz de ocultar sus estados
de ánimo, a veces brusco, es un gran conversador, amigo
de la cocina gallega. El sentido del humor no le abandona donde
quiera que esté, y allí donde se halle ejerce de
ferrolano. Collado, esperamos que pronto te quedes a vivir con
nosotros.
Esperanza Piñeiro
José González Collado ha realizado excelentes murales
a lo largo de su vida artística, en los que utiliza distintos
materiales y técnicas: pinturas al temple o a la caseína
sobre yeso, acrílico sobre cemento empastado de cal, sobre
aglomerado o sobre lienzo, cerámica cocida sobre azulejo
a la grasa, etc.
Su trabajo sobre cerámica era mostrado al público,
por primera vez, cuando participó en 1959 en una Exposición
colectiva de cerámicas Greag - en la Casa de la Cultura
de la Coruña primero, y en el Palacio Municpal de Ferrol
a continuación- con los artistas gallegos Lago Ribera,
Labra, Tenreiro, Abelenda, Urbano Lugrís y Usandivaras.
La obra que aporta Collado es un mural de grandes proporciones
titulado "Pescadores".
Con motivo de una exposición individual en la Sala Velázquez
de Vigo en 1960, la cerámica allí mostrada al lado
de sus pinturas llama especialmente la atención:
"La ilustración cerámica que presenta, titulada
"Pescadores" número 37 del Catálogo, es
algo absolutamente original en su concepción, y su realización
es totalmente feliz, la mejor, sin duda, de este género,
que hemos visto en muchas exposiciones. Y está muy lejos
de cuanto en la misma modalidad hemos contemplado, casi siempre
de ambición comercial. Aquí se trata de una auténtica
obra de arte".
JULIO SIGUENZA, El Correo Gallego, Compostela
15-4-1960
ESPOSIÇÕES
INDIVIDUAIS
1942 Casino Ferrolano Acuarelas Ferrol
1944 Casino Ferrolano Acuarelas, óleos, dibujos Ferrol
1946 Casino Ferrolano Acuarelas, óleos, dibujos Ferrol
1947 Bageria Làr Pictural Acuarelas Túnez
1948 Casino Ferrolano Acuarelas, óleos y dibujos Ferrol
1948 Asociación de Artistas Oleos y acuarelas. A Coruña.
1951 El Correo Gallego Acuarelas Ferrol
1951 Foto Club Acuarelas Vigo
1952 Cofradía Marraja Acuarelas Cartagena
1953 Casino Oleos y acuarelas. Mondoñedo
1953 Círculo Mercantil Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
1954 Casino Oleos y acuarelas. Ferrol
1956 Palacio Municipal Oleos y acuarelas. Ferrol
1956 Círculo Mercantil Oleos y acuarelas. Ferrol
1958 Palacio Municipal Oleos y acuarelas. Ferrol
1958 Cofradía Marraja Acuarelas Cartagena
1959 Asociación de Artistas Oleos y acuarelas. La Coruña
1960 Sala Velázquez Oleos, acuarelas y dibujos Vigo
1960 Hostal de los Reyes Católicos Oleos, acuarelas y dibujos
Santiago de Compostela
1966 Hotel Benroy Oleos, acuarelas y dibujos Benidorm
1966 Galería Toison Oleos y acuarelas. Madrid
1966 Palacio Municipal Acuarelas Ferrol
1967 Caja de Ahorros Oleos y acuarelas. Valladolid
1968 Galería Toison Oleos y acuarelas. Madrid
1970 Palacio Municipal Acuarelas y dibujos La Coruña
1970 Galería Toison Acuarelas Madrid
1972 Galería Toison Oleos, acuarelas y dibujos Madrid
1972 Sala Pinazo Acuarelas Valencia
1972 Galería Lázaro Oleos y dibujos Madrid
1974 Galería Lázaro Oleos y dibujos Madrid
1975 Galería Altamira Oleos, acuarelas y dibujos Pontevedra
1975 Palacio Municipal Acuarelas y dibujos La Coruña
1976 Palacio Municipal Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
1977 Lomas Bosque Oleos, acuarelas y dibujos Madrid
1977 Casino Ferrolano Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
1977 Arco da Vella Oleos, acuarelas y dibujos Lugo
1978 Caja de Ahorros Oleos, acuarelas y dibujos La Coruña
1979 A Xeitosa Oleos, acuarelas y dibujos Villaviciosa de Odón
- (Madrid)
1979 Caixa Galicia Oleos, acuarelas y dibujos Pontedeume - (La
Coruña)
1980 Casino Ferrolano Oleos y acuarelas Ferrol
1980 Galería Souto Oleos y acuarelas Orense
1981 Palacio Municipal Oleos, acuarelas y dibujos La Coruña
1982 Caixa Galicia Oleos, acuarelas y dibujos La Coruña
1983 Galería Espalter Oleos Madrid
1983 Galería de Artes Oleos y acuarelas Jerez de la Frontera
1984 Galería Espalter Oleos Madrid
1984 Casino Ferrolano Acuarelas Ferrol
1986 Caja de Ahorros Acuarelas Guadalajara
1986 Casino Ferrolano Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
1987 Ayuntamiento Acuarelas Pontedeume - (La Coruña)
1987 Museo Municipal Acuarelas Orense
1988 Ateneo Oleos Ferrol
1988 Banco Bilbao Vizcaya Oleos y acuarelas Ferrol
1989 Corte Inglés Acuarelas La Coruña
1989 A Xeitosa Oleos y acuarelas Villaviciosa de Odón -
(Madrid)
1990 Carmen Andrade Oleos y acuarelas Madrid
1990 Corte Inglés Oleos y acuarelas Vigo - (Pontevedra)
1992 Banco Bilbao Vizcaya Oleos y acuarelas Vigo
1992 Banco Bilbao Vizcaya Oleos y acuarelas Ferrol
1992 Café-Pub Aljama Acuarelas do Ribeiro Ribadavia - (Orense)
1993 Caixa Ourense Oleos, Acuarelas y Dibujos Orense
1994 Banco Bilbao Vizcaya Exposición de Acuarelas Ferrol
1996 Palacio de Godoy Acuarelas Villaviciosa de Odón -
(Madrid)
1996 Sala Teucro Acuarelas Pontevedra
1996 Biblioteca González-Garcés Acuarelas La Coruña
1996 Biblioteca Municial Acuarelas Lugo
1996 Casa de la Cultura Acuarelas Ferrol
1997 Caixa Pontevedra Acuarelas Pontevedra
1997 Estudio 46 Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
1998 Casa de la Cultura La Pasión Ferrol
1998 Estudio 46 Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
2000 Estudio 46 Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
2001 Claustro do Concello Acuarelas Ortigueria - (La Coruña)
2001 Estudio 46 Acuarelas Ferrol
2002 Claustro do Concello Acuarelas Ortigueria - (La Coruña)
2002 Estudio 46 Acuarelas Ferrol
2003 Portas Artabras
2003 Porta Nova Ferrol
2004 Hotel Barceló Temática "Semana Santa Ferrolana"
Ferrol
2005 Estudio 46 Oleos, acuarelas y dibujos Ferrol
2006 Ayuntamiento de la Coruña Oleos y acuarelas La Coruña
2006 Centro Cultural Torrente Ballester Exposición antológica
El Ferrol
EXPOSIÇÕES COLECTIVAS
1947 1ª Exposición de Arte EDUCACION POPULAR Coruña
1948 1ª Exposición Independientes GRUPO ALTAMIRA Ferrol
1959 Exposiciones Cerámicas - Palacio Municipal Ferrol
1960 3er Salón de la Acuarela (Nacional) Valencia
1967 1er Salón de Minicuadros - Círculo 2 Madrid
1968 2º Salón de Minicuadros - Círculo 2 Madrid
1970 1ª Bienal Nacional de Pintura (Félix Adelantado)
Zaragoza
1977 1ª Subasta de Arte. Círculo Mercantil Ferrol
1977 Exposición Colectiva. Galería Lázaro
Madrid
1978 Subasta de Arte Pro Damnificados Naufragio (Suárez
Iriarte) La Coruña
1980 Pintores y Escultores Españoes por los Derechos Humanos.
Sala Tiepolo Madrid
1980 CENTENARIO DEL CIRCULO DE BELLAS ARTES
1ª Exposición de "Escritores vistos por los pintores."
Madrid
1980 Plástica gallega. Caja de Ahorros Vigo
1985 1ª Exposición colectiva ENCUENTRO ESPALTER Madrid
1986 2ª Exposición colectiva ENCUENTRO ESPALTER Madrid
1991 1ª Exposición Colectiva DEBUXANTES GALEGOS Ferrol
1991 1ª Exposición Colectiva GALERIA MUSEUM, Ferrol
1995 Exposición Colectiva PINTORES FERROLANOS. Casa de
la Cultura Ferrol
2005 Exposición inauguración Casa da Cultura da
Caixa Galicia Ferrol
PRÉMIOS
1943 1er Premio de Oleo y acuarela, en la Exposición de
Arte EDUCACION Y DESCANSO
Beca de Ayuda Juvenil para Madrid La Coruña
1945 1er premio de Oleo V Exposición de Arte SEU La Coruña
1956 1er Premio de Oleo y acuarela. EDUCACION Y DESCANSO La Coruña
|